Movimentos corporais e sons, harmonizados magistralmente.
Ivan Lins não precisa de demais apresentações, mas quase causa desmaios em seu público. Público um tanto fiel e outros novos, novatos conhecendo a obra de um grande mestre.
Arranjos impecáveis para antigos sucessos e alguns deslizes sonoros e corrigidos ali mesmo, no ato, para novas canções.
Ás 14:00 garoava no centro da metrópole paulistana, às 15:00, um solzinho prometia um tarde das melhores, no palco da praça, soavam os acordes de canções de Maysa, a velha guerreira da modernidade musical brasileira, tão bem lembrada e homenageada por Marcelo Manzano.
Em seguida, às 16:05 hs. Ivan Lins já estava no palco armado no centro da Praça apresentando seu repertório acompanhado pela pláteia em quase todas as músicas . Desfilavam sucessos com "Nos dias de hoje" letra de Vitor Martins, "Dinorah, Dinorah", "Desesperar, jamais", alguns improvisos com a categoria musical de jazzista.
Dependuradas em árvores as acrobatas Tum e Julliete, apresentavam-se em performances coordenadas onde se destacavam os movimentos corporais harmonizados ao som que se espalhava da praça para os corações emocionados, absolutamente tomados pela música participante e inventiva de Ivan Lins.
Triste...Para quem perdeu.
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