Corintianos, reconheçamos : o Boca foi melhor. Se impôs com toda sua pompa, seu estádio, seus ídolos, sua torcida, sua milonga, sua catimba, seu futebol, sua tradição. O Corinthians tremeu. Apenas, defendeu-se. Teve a sorte, que pediu à São Jorge.
O tempo estava passando, São Jorge guerreiro, mostrou o caminho e Romarinho decidiu a favor do Corinthians.
A boa defesa corintiana, que em todos jogos da Libertadores tem sido a melhor, bateu cabeça. Só faltou o Kássio falhar.Mas não, apesar de eu achar defensável a bola que ele deixou entrar, no gol chorado do Boca. Mas garantiu. E teve a sorte necessárias aos goleiros, naquela bola na trava, que depois saiu para fora. Alessandro, parecia perdido. Aliás, a jogada do gol foi por ali , pela direita do gol corintiano, Chicão e Leandro Castán melhores, mas sem brilho apenas esforçados, Fábio Santos, o melhor da defesa mas muito acuado pela pressão do ataque do Boca, não teve oportunidade de mostrar suas arrancadas para o ataque.
O pior foi o meio de campo. Um Ralf valente, só conseguia fazer o básico, marcando à distância e às vezes dando cobertura e distribuindo chutões. Agora, o problema maior ao meu ver foi o meio de campo do Corinthians, Paulinho e mais ainda pior Danilo, errava passes, não conseguia o domínio da bola, deixando o ataque jogando no vazio, sem as assistências necessárias para as conclusões. Emerson Shake , também pouco fez. Alex esforçava-se em vão. Sem brilho, o ataque do Corinthians não ameaçou em nenhum momento do goleiro do Boca. Jorge Henrique , a peça mestra do time ainda sentiu dores nas coxas e precisou sair. Liedson alterou para pior o time, em sua entrada.
E o Boca com o domínio do meio de campo pra frente e sua permanente pressão ameaçava o tempo todo o coração dos corintianos.
ALÍVIO
QUANDO TUDO ESTAVA DANDO ERRADO, DEU CORINTHIANS
O Corinthians com sua pequena torcida presente, apenas resistiu. Tite demorou para mudar o time, demorou para tirar Danilo e por Alex correndo mais pelo lado esquerdo.Mas alteração foi correta na hora certa. Foi quando , magicamente Romarinho entrou e campo , depois de uma boa assistência de Emerson, em seu primeiro toque na bola fez o gol de empate. Selou seu destino de ídolo e o da partida. Depois do gol, mais por obra da magia, que rege o "timão", do que propriamente das leis tradicionais do futebol , o Boca continuou melhor e manteve seu domínio do jogo.Por muito mesmo , não fez mais um gol, por azar seu e sorte do Corinthians, que ontem jogou protegido por São Jorge, que estava oculto em todos os cantos do estádio da "Bombonera".
Faltou futebol. Mas, parafraseando o mestre Nélson Rodrigues, o "sobrenatural de Romarinho" entrou em campo e decidiu a favor do Corinthians. Sobrou magia.
Na próxima quarta tem tudo de novo outra vez, mas certamente, será outra história.
O tempo estava passando, São Jorge guerreiro, mostrou o caminho e Romarinho decidiu a favor do Corinthians.
A boa defesa corintiana, que em todos jogos da Libertadores tem sido a melhor, bateu cabeça. Só faltou o Kássio falhar.Mas não, apesar de eu achar defensável a bola que ele deixou entrar, no gol chorado do Boca. Mas garantiu. E teve a sorte necessárias aos goleiros, naquela bola na trava, que depois saiu para fora. Alessandro, parecia perdido. Aliás, a jogada do gol foi por ali , pela direita do gol corintiano, Chicão e Leandro Castán melhores, mas sem brilho apenas esforçados, Fábio Santos, o melhor da defesa mas muito acuado pela pressão do ataque do Boca, não teve oportunidade de mostrar suas arrancadas para o ataque.
O pior foi o meio de campo. Um Ralf valente, só conseguia fazer o básico, marcando à distância e às vezes dando cobertura e distribuindo chutões. Agora, o problema maior ao meu ver foi o meio de campo do Corinthians, Paulinho e mais ainda pior Danilo, errava passes, não conseguia o domínio da bola, deixando o ataque jogando no vazio, sem as assistências necessárias para as conclusões. Emerson Shake , também pouco fez. Alex esforçava-se em vão. Sem brilho, o ataque do Corinthians não ameaçou em nenhum momento do goleiro do Boca. Jorge Henrique , a peça mestra do time ainda sentiu dores nas coxas e precisou sair. Liedson alterou para pior o time, em sua entrada.
E o Boca com o domínio do meio de campo pra frente e sua permanente pressão ameaçava o tempo todo o coração dos corintianos.
ALÍVIO
QUANDO TUDO ESTAVA DANDO ERRADO, DEU CORINTHIANS
O Corinthians com sua pequena torcida presente, apenas resistiu. Tite demorou para mudar o time, demorou para tirar Danilo e por Alex correndo mais pelo lado esquerdo.Mas alteração foi correta na hora certa. Foi quando , magicamente Romarinho entrou e campo , depois de uma boa assistência de Emerson, em seu primeiro toque na bola fez o gol de empate. Selou seu destino de ídolo e o da partida. Depois do gol, mais por obra da magia, que rege o "timão", do que propriamente das leis tradicionais do futebol , o Boca continuou melhor e manteve seu domínio do jogo.Por muito mesmo , não fez mais um gol, por azar seu e sorte do Corinthians, que ontem jogou protegido por São Jorge, que estava oculto em todos os cantos do estádio da "Bombonera".
Faltou futebol. Mas, parafraseando o mestre Nélson Rodrigues, o "sobrenatural de Romarinho" entrou em campo e decidiu a favor do Corinthians. Sobrou magia.
Na próxima quarta tem tudo de novo outra vez, mas certamente, será outra história.

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