quinta-feira, janeiro 25, 2007

'MUTANTES MUITO ANTES & SÉRGINHO DIAS DEPOIS..."


São 8h26. São Paulo já está semi vazia.
Alguns automóveis atravessam a Teodoro Sampaio aqui em Pinheiros.
O sol bate forte e invade nossa janela, a sala do apartamento.

Como é raro neste horário (mesmo aos feriados) a Eliana dorme.

Já se ouve o silêncio dos feriados da cidade.Uma sinfonia da metropóle.

Combinamos ontem de irmos ao Museu do Ipiranga assistirmos convidados d produção para estarmos na área de imprensa.

Os Mutantes que sempre são demais! Como já disse o divino maravilhoso poeta Caetano Veloso.

Antes deles tem o Nação Zumbi, depois o Tom Zé e finalmente a guitarra do imperador do rock
Sérgio Dias mandará seus acordes junto com a bateria de Dinho Leme, a voz de Zélia Duncan integrada a nova fase da banda e do mais mutante de todos os mutantes, o poeta do rock, o grande Arnaldo Batista.

E aí... o som rola. Mutantes não tem igual, são os melhores do rock do Brasil, entre os "the best" do mundo. Estão próximos da margem da eternidade que só a música nos leva.

O humor, a criatividade, os prazeres da música e da alta tecnologia estão sintetizados no som da banda.

Os Mutantes são mutantes e São Paulo celebra com maestria seu aniversário. E salve o maestro Rogério Duprat!

Ali onde D. Pedro bradou sua espada , Sérgio Dias vibra acordes consoantes e dissonantes de sua guitarra.

São Paulo amadurece, rock e rockeiros paulistanos proclamam a nova independência do Brasil.

A música , as guitarras e as palavras se consagram como as armas da arte futurista da libertação.

Independência e rock !

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